3° O requerido
Tais explicações prefaciais acabam por desviar o foco do conhecimento do objeto para o exame de relações entre os estudos e seus resultados.
Dão a impressão de lidar com o essencial e com o conhecimento verdadeiro quando apenas são o início do conhecimento, mas combinam enganadoramente aparência de seriedade e esforço.
É como dar voltas e mais voltas, sem mergulhar de fato no que interessa, que é ir a fundo no conhecimento do objeto.
O objeto do conhecimento cujos fins são usualmente colocados num sumário, são insuficientes para conhecer cabalmente o mesmo objeto. Além do resultado ser parcial, contém injustificada projeção de futuro. O objeto do conhecimento encerrado ou delimitado em seus fins, no sumário, nada acrescenta ao entendimento, assim como qualquer projeção para o futuro ainda é conjectura e não fato consumado. Sendo diversidade, então, é mais do que especificidade e deixando de ser específico, deixa de ser conhecido.
Tais críticas ao prefácio, segundo o professor Romulo Correa, na aula 2, são extensivas a obras inteiras, cujo caráter de prefácio segue obnubilando a ausência de conhecimento do objeto.
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